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Certificado digital: você conhece? Isso não tem nada haver com aquele documento que recebemos ao concluir algum curso que façamos. Tenho certeza que muitas pessoas jamais ouviram falar.

Este produto é em maior parte familiar para quem tem um CNPJ porque necessita enviar suas dados fiscais a Receita Federal, emitir notas fiscais eletrônicas, dentre mais serviços que requerem um maior estágio de segurança e autenticidade. Isso é possível uma vez que o certificado digital é uma tecnologia de segurança posto que usa criptografia, garantindo a um interlocutor que o documento de modo algum foi alterado ao ser enviado (integridade) e ainda comprova a autoria do emitente (autenticidade).

O certificado digital é guardado em alguma mídia digital: um arquivo, um cartão inteligente ou um token (dispositivo análogo a um pendrive, porém apenas na aparência). Tal como o cartão inteligente como o token têm capacidade interna de processamento criptográfico, diferente do pendrive, posto que apenas armazena dados.

Utilizar um certificado digital se torna obrigatório

Qualquer pessoa ou empresa é capaz de ter um certificado digital, no entanto sua utilização até este momento é muito mais familiar por parte das empresas. O grande salto na compra de certificados ocorreu no ano de 2010. O principal impulsionador do crescimento das emissões de novos certificados foram as exigências da Receita Federal do Brasil posto que obrigaram as empresas a enviarem suas declarações fiscais em meio eletrônico junto com a assinatura digital. Hoje , todas as empresas que são obrigadas a emitir a nota fiscal eletrônica, por exemplo, são obrigadas a ter um certificado digital.

Muitas instituições emitem certificados digitais (Autoridades Certificadoras)

Em 2002, depois da criação da ICP-Brasil pelo ITI (orgão federal que regula os negócios de certificação no Brasil), existia um número bastante reduzido de autoridades certificadoras em atuação: o SERPRO, (que acabou por abrigar a exclusiva AC Raiz) ; a SERASA, que tornou-se a primeira AC privada a se credenciar; a CERTISIGN, que algum tempo operava na administração da Verisign americana e adaptou seus sistemas e estratégias com a finalidade de associar-se também na ICP-Brasil e a Caixa Econômica Federal, posto que criou uma AC na ICP-Brasil com o propósito de mudar os certificados digitais de tecnologia proprietária, usados para entrega de informações sobre o FGTS. Essas entidades dividiram o mercado e durante algum tempo atuaram praticamente sem mais concorrentes. Entretanto, junto com a alta das emissões, novos concorrentes apareceram (como Soluti e Valid) e dessa forma a participação sobre o mercado tem variado através dos anos.

Hoje, mantêm-se credenciadas algumas ACs de 1º nível na ICP-Brasil e muitas outras de 2º nível, portanto, são muitas organizações a sua disposição no momento de emitir um certificado digital.

Custo do certificado digital tem diferença de mais de 75% para o mesmo produto

Apesar de haver forte regulamentação do Governo Brasileiro sobre as questões técnicas e procedimentais com intenção da emissão dos certificados digitais ICP-Brasil e garantir a segurança de toda a infraestrutura, as organizações brasileiras que atuam nesse mercado dispõem de ampla permissão quantos aos aspectos comerciais, não existindo nenhuma forma de regulamentação de preços bem como restrições de qualquer ordem.

Como o custo cobrado pelo certificado digital é definido livremente pelas empresas emissoras, essa livre concorrência faz com que um mesmo produto ( em relação ao modelo e validade) tenha preços muito diferentes. Portanto, pesquisar preços antes de adquirir o seu certificado digital faz toda a diferença.

Os desafios para adoção massiva

O Sistema Nacional de Certificação Digital (ICP-Brasil), está comemorando 20 anos. Ela se tornou o padrão público nacional de Certificação Digital, promovendo a assinatura eletrônica segura para as pessoas e empresas.

Hoje são milhões de certificados ativos no padrão ICP-Brasil, entretanto, o grande desafio desta tecnologia é a sua popularização em massa. Perceba que a adoção da certificação digital tem sido mais lenta ao contrário de outras como, por exemplo, ao PIX que teve uma adoção praticamente instantânea por parte da população.

Na nossa opinião, muitas pessoas e empresas ainda veem a certificação digital como “obrigatório, caro e difícil de usar”. Portanto para popularizar o uso do Certificado Digital, os principais desafios são: incluir o certificado digital nas soluções de mercado para demonstrar de fato as suas vantagens, tornar seu custo mais acessível para permitir um maior acesso a esta tecnologia e por fim criar uma “simplificação de processos” de modo que se torne fácil e intuitivo instalar e utilizar esta tecnologia.

Diante destas demandas, a Compare Certificado Digital tem a missão de atuar no desafio da “simplificação de processos”. Decidimos fazer isso trazendo conteúdos e soluções que agreguem valor para pessoas e empresas, e assim, tornar o mercado mais fácil e intuitivo para todos.

Então não perca tempo, navegue pelo nosso site e veja todas as soluções a sua disposição.